sexta-feira, 14 de abril de 2017

Mamá fala sobre a origem do punk em Maringá


Entrevistei o Mamá para o documentário Punká. Ele tem uma participação importante na história do punk em Maringá. Na entrevista ele fala sobre a banda Os Prolétas, onde é vocalista, de como foi o começo do punk na cidade, da produção independente dos shows, dos espaços na mídia como o programa de rádio “A hora da bruxa” e o fanzine “Animal Boy”, entre outras situações. Mamá foi um dos poucos funcionários que tivemos na loja O Porão e ele comenta sobre isso também. Ele sempre mostrou essa influência que teve em sua formação, seja dos shows ou dos discos d´O Porão, inclusive dando crédito publicamente em entrevistas ou nos shows que fez.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Trailer 3 - O som extremo do punk em Maringá


O documentário PUNKÁ tem foco no som punk underground feito em Maringá. Por isso mostrará bandas e iniciativas independentes como fanzines e produções de eventos. No trailer acima uma pequena amostra com as bandas Desgraceria e Distanásia.

A influência do Cólera em Maringá



A banda Cólera é uma das principais influências do punk rock em Maringá. Isso porque das principais bandas brasileiras, foi a primeira que fez show na cidade e a que mais vezes voltou para tocar. O que acabou formando muitos fãs e influenciando bandas locais. Isso estará presente no documentário PUNKÁ com músicos dando depoimentos sobre isso.
O cartaz acima foi do primeiro show feito em 13 de dezembro de 1992, promovido pela loja O Porão Discos.
Curiosamente, fizemos esse primeiro e também o até então último show da banda em Maringá, já que em 2013 trouxemos abanda novamente já com nova formação, sendo o primeiro show do Cólera fora de São Paulo após a morte do vocalista Redson. Nesse intervalo de 21 anos a banda tocou outras vezes em Maringá.
O PUNKÁ terá também um trecho de uma entrevista exclusiva que fiz com o Redson falando sobre Maringá e que nunca foi publicada.

O punk rock divertido




Punk rock e humor sempre foi uma fórmula que deu muito certo. O Toy Dolls é uma prova certa disso, afinal tem fãs em diferentes segmentos musicais. E Maringá também tem seus representantes no punk irônico e com letras engraçadas, deixando de lado a parte tradicional de protesto e questões sociais.
O documentário PUNKÁ apresentará três bandas assim: Ted Gugu & Os Espanta Neném (2002), The Cockroaches (2004) e Radio Pandas (2009). Curiosamente, as três passaram pelos palcos do Projeto Zombilly e também participaram do programa Zombilly no Radio.
O Ted Gugu & Os Espanta Neném falava sobre os fracassados da sociedade. Letras irônicas como uma sobre o cara que reencontra a ex-namorada anos depois e vê que ela está “meio acabada”, enquanto ele se diverte tomando cerveja. O The Cockroaches tirava sarro nos playboys e narrava histórias curiosas como uma carta escrita numa letra ruim. O Rádio Pandas era a que mais explorou o humor, principalmente por dois de seus membros fazerem vídeos humorísticos no YouTube muito antes da onda imbecil atual dos Youtubers. Numa de suas músicas eles cantam que o cara não foi encontrar a namorada porque ficou em casa vendo o Chaves na TV.
Outra curiosidade é que as três bandas eram quarteto, sendo que as duas primeiras tem influencias semelhantes com o clássico do punk como Ramones e The Clash, enquanto a terceira ia mais para o lado do punk californiano como Blink 182.
Fotos: Andye Iore / Zombilly

quinta-feira, 30 de março de 2017

Trailer 2 - Ted Gugu & Os Espanta Nenem




O segundo trailer sobre o documentário PUNKÁ apresenta a banda Ted Gugu & Os Espanta Nenem.
A banda foi formada em 2002 e tem influência de Ramones, The Clash e Beach Boys, com letras em português com ironias e histórias engraçadas sobre os fracassos da vida.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Demo tape histórica do Anarcophobia

Esse é um dos primeiros registros do punk rock em Maringá. A demo tape do Anarcophobia tinha nove músicas com temas sociais, anarquismo, injustiças, contra o status quo, entre outros. O documentário PUNKÁ apresentará uma música dessa fita.

domingo, 26 de março de 2017

PUNKÁ na midia



Mesmo em fase de pré-produção o doc PUNKÀ já  chama a atenção da mídia pela importância do registro histórico cultural em Maringá. Essa reportagem com chamada de capa saiu no jornal Metrô no dia 15 de março de 2017, escrita por Victor Duarte.
Confira link para ler a reportagem. 

Os fanzines punks

Esses são alguns dos primeiros fanzinzes lançados em Maringá e serão mostrados no doc PUNKÁ. O primeiro deles saiu em 1991 e teve destaque nacional.

Trailer 1 do doc PUNKÁ




Primeiro trailer sobre o doc PUNKÁ .

Origem do PUNKÁ


A ideia de fazer um vídeo sobre as bandas punks de Maringá surgiu ao conversar com algumas pessoas sobre as bandas da cidade.  Considerei que o público atual não conhece as primeiras bandas punks locais e o pessoal mais antigo não sai mais pros shows e não conhece as bandas novas.
Como eu estou sempre filmando e fotografando os shows, achei que seria interessante reunir o material dessas épocas diferentes como um registro histórico.
Também já havia lido algumas reportagens sobre o rock maringaense que acabaram pulando aspectos históricos importantes e omitindo algumas informações. Portanto, é uma oportunidade de mostrar um pouco da história contextualizando como o rock independente, autoral e underground começou em Maringá.
Listei 23 bandas para o PUNKÁ entre o final da década de 1980 até as atuais. A ideia é fazer o doc em capítulos, partindo do ponto zero a loja O Porão e daí apresentar as primeiras bandas, os fanzines, demo tapes, a influência do Cólera no punk maringaense, produção de shows, bandas de estilos diferentes, curiosidades, entre outras situações, mostrando cenas de shows e ensaios, entrevistas com os músicos, cartazes, fotografias, entre outros.
O vídeo será disponibilizado gratuitamente no YouTube, partindo do nosso conceito no Projeto Zombilly de oferecer uma opção cultural gratuita para a população, como já fizemos em diversos eventos. E, mesmo porque, não acho justo ganhar dinheiro em cima dessas bandas que quase sempre tem público pequeno e dificilmente ganham grana com seus trabalhos.